Reality estreia no próximo domingo, 8 de Janeiro

No novo programa da Record, doze participantes terão que encarar provas radicais que vão exigir resistência física e emocional.
Picuruta Salazar é um deles! Amazônia é um reality show em 12 episódios. Serão duas equipes de seis integrantes cada disputando R$ 1 milhão em provas sobre a Amazônia. O prêmio será dividido entre o vencedor do programa e uma organização ligada à Amazônia.
O objetivo do programa, apresentado por Victor Fasano, é mostrar a floresta como uma aliada a ser preservada – e é nesse sentido que todas as provas serão propostas e realizadas. Amazônia é um projeto documental e de informação que vai divulgar Amazônia como cenário de aventuras e também sua importância, suas dimensões, suas populações, sua biodiversidade e seus mecanismos de sustentabilidade. Todas as provas serão, mais que simples aventuras ou desafios, lições sobre biodiversidade e sobre a vida na Amazônia.
Fonte: http://entretenimento.r7.com/amazonia/
Leco Salazar fatura primeiro festival de surfe com remo
Leco Salazar foi melhor e ficou com o título

O primeiro Festival Florianópolis de Stand Up Paddle abriu o calendário de esportes radicais do verão catarinense. O evento reuniu os principais atletas da modalidade, terça-feira, na Capital e agitou a Praia Brava, no Norte da Ilha. Com o remo nas mãos e manobras de tirar o fôlego em cima da prancha, os santistas dominaram a competição e garantiram os três primeiros lugares.
Leco Salazar, vice-campeão mundial e filho do lendário Picuruta Salazar, foi o grande vencedor e faturou a premiação de R$ 4 mil. Renato Wanderley e Augusto Martins completaram o pódio. O manezinho Evandro dos Santos, da Barra da Lagoa, ficou em quarto lugar e teve o melhor desempenho entre os catarinenses.
Um dos principais nomes da modalidade no Brasil, Leco começou a surfar com apenas três anos e migrou para o stand up paddle em 2009. “Lá fora já é uma febre e o número de pessoas que pratica o stand up paddle no Brasil cresce a cada ano. Sempre procuro representar meu país da melhor forma possível nas competições mundo afora e é uma honra para mim poder divulgar esse esporte aqui também”, afirmou o surfista de 23 anos.
Aos 37 anos, o veterano Renato Wanderley também é um dos destaques da modalidade no país e disputou a cada onda o título com o conterrâneo Leco Salazar. O atleta, que chegou a fazer parte da elite do surfe mundial e deixou de lado as competições em 2006, encontrou no stand up paddle, há três anos, a motivação para voltar a competir. “Depois que parei de competir, surfava só por diversão. Mas, assim que conheci o stand up paddle, me apaixonei pela modalidade e pude voltar a competir em alto nível”, revelou.
Semifinal reúne aluno e ex-professor pela primeira vez
A segunda semifinal do campeonato reuniu duas gerações do stand up paddle nas águas da Praia Brava: os santistas Leco Salazar, 23, e Augusto Martins, 39. Amigo e sócio do pai de Leco em uma escolinha de surfe em Santos, Augusto viu de perto a ascensão do jovem e chegou, inclusive, a dar aulas para ele durante a infância e a adolescência.
Hoje, os dois treinam juntos diariamente e se enfrentaram pela primeira vez em uma semifinal, protagonizando umas das baterias mais emocionantes da competição. “Foi um prazer enorme competir com ele. Um dos dois tinha que ganhar, mas aprendi muito com o Augusto e devo muito a ele”, revelou Leco.
Augusto elogiou a performance do ex-aluno e garantiu que treinará mais para um eventual próximo duelo. “Passei muito da minha experiência para ele e o Leco, hoje, é um dos grandes surfistas do país. Vou me preparar melhor para não dar mole para ele da próxima vez”, brincou.
Pioneirismo na Ilha
Pioneiro no stand up paddle em Santa Catarina, o manezinho Evandro dos Santos já praticava a modalidade em 2005, muito antes do esporte virar febre no Brasil. Professor de surfe na Barra da Lagoa desde 1989, o atleta de 39 anos fazia pranchas maiores e com remo, próprias para iniciantes.
Em 2011, com o crescimento do stand up paddle no país, Evandro também começou a participar de competições e ficou em quarto lugar na Praia Brava. “No início, a ideia era fazer uma estrutura que permitisse que qualquer pessoa surfasse logo no primeiro dia. Depois, achei a modalidade tão legal que resolvi competir também”, afirmou o surfista que venceu quatro dos sete campeonatos que disputou este ano.
Fonte: http://www.ndonline.com.br
Thomas Rittscher é homenageado em Santos
Familiares e amigos do primeiro surfista do Brasil, Thomas Rittscher, reuniram-se neste sábado (10) para prestar fazer uma homenagem ao pioneiro, no estilo havaiano.
Os filhos de Tommy, como gostava de ser chamado, saíram do Iate Clube Santos em canoas havaianas e foram remando até a frente da Rua Jorge Tibiriçá, onde ele surfou pela primeira vez e morou por muito tempo.
Ao chegarem, grupos de surfistas foram ao encontro dos canoístas e formou-se um círculo próximo ao barco de apoio, que trazia os familiares de mais idade.
Monica Rittscher, filha de Tommy, fez um discurso lembrando passagens, curiosidades e hábitos peculiares do pai, que foi saudado por todos com pétalas de flores, gritos de aloha e muita água jogada para cima.
Em seguida, John Wolthers, um dos principais responsáveis pro trazer à tona a história de Thomas como primeiro surfista do país, falou em nome dos surfistas, agradecendo pelo prazeroso legado deixado a todos.
Então, Monica despejou as cinzas do pioneiro no mar e todos saudaram mais uma vez, jogando água para o alto, como fazem os havaianos.
Fonte: TVTRIBUNA - http://www.tvtribuna.com/noticias_pop.asp?idnoticia=47416&idDepartamento=11&idCategoria=0
